Coifas aumentam a vida útil das caixas de câmbio

A junta homocinética é uma peça essencial para que as técnicas empregadas nos sistemas de tração traseira e dianteira evitem ficar comprometidas. Ela serve para transmitir a “força” do sistema de transmissão para as rodas e ao mesmo tempo permitir que as rodas girem sem criar vibrações na direção.

Atualmente, essas peças apresentam uma longa durabilidade, mas é importante dar sempre uma atenção extra às coifas – proteção sanfonada de borracha.

As coifas, apesar de terem longa durabilidade também, podem, por desgastes naturais ou choques, ser danificada. Se isso ocorrer, sua função de manter a junta homocinética longe de qualquer contaminação por poeira ou chuva e lama, deixa de ser exercida.

As coifas ainda podem atender a temperaturas de -40ºC a 200ºC, com alta pressão dimensional. Por isso, nas manutenções, o principal e, muitas vezes, único ponto a ser verificado é a coifa.

Leia mais: http://bit.ly/2gcZ1Ke

Os coxins de borracha a favor da vibroacústica

A maioria dos ruídos é produzida diretamente pela vibração sofrida pelo carro em movimento, ou induzida indiretamente por essa vibração, que afrouxa as peças e as fazem atritar entre si.

Em qualquer caso, as vibrações resultam nos incômodos ruídos ouvidos no interior do veículo.

Os carros atuais usam absorvedores de vibração feitos de borracha, como os coxins, que são pequenas peças colocadas entre o motor e o chassi, ou as buchas, colocadas estrategicamente entre a suspensão e o chassi.

Além de absorver as vibrações, essas peças têm como função também diminuir os impactos e reduzir os desgastes dos conjuntos onde são aplicados.

Cientistas produzem borracha a partir de dentes-de-leão

Após a descoberta de que o látex, principal matéria prima para a produção da borracha, também pode ser adquirido a partir de dentes-de-leão, institutos e empresas têm investido na produção de pneus e autopeças a partir deste novo produto.

Nos dentes-de-leão a seiva de látex é retirada da raiz da planta e novos processos e métodos de produção e colheita estão sendo desenvolvidos para utilizá-los e substituir a borracha tradicional derivada das árvores tropicais.

O dente-de-leão utilizado é o russo, que pode ser encontrado e cultivado no Norte e no Oeste da Europa, fazendo com que as rotas de transporte entre os locais de produção sejam mais curtas, o que contribui para o uso sustentável dos recursos existentes.

Leia na íntegra: http://bit.ly/2gufvy4

Feira Internacional promete impulsionar o setor de borracha brasileiro em 2017

A crise que atingiu o país entre 2015 e 2016 afetou o mercado de indústrias de automóveis, máquinas e equipamentos e até a construção civil, o que acabou influenciando empresas ligadas ao setor, principalmente a de produtos de borracha, uma vez que as indústrias citadas anteriormente são as principais consumidoras de artefatos de borracha.

 

Mas não é para desanimar. Apesar do setor ter sofrido com a retração da economia, dados do IBGE apontam que, de agosto para setembro deste ano, o grupo “fabricação de produtos de borracha” aumentou 3,2%, ou seja, já aponta uma retomada dos negócios e uma aquecida da economia para o mercado.

 

Além disso, a Feira Internacional do Plástico e da Borracha (Plástico Brasil) está marcada para o primeiro semestre de 2017, buscando reunir os principais produtos e matérias-primas para visitantes qualificados. Segundo a diretora da feira, a Plástico Brasil irá impulsionar as vendas das indústrias do plástico e da borracha.

 

O evento será realizado entre 20 e 24 de março de 2017, na São Paulo Expo e prevê público composto por profissionais de setores como construção, automóveis e autopeças.

 

Leia na íntegra: http://bit.ly/2gojfjy

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